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	<title>Jura Secreta &#187; divagações</title>
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	<description>Escritos, idéias e divagações…</description>
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		<title>Outono&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 00:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[kant]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Frequentemente tenho dias em que preferiria não ter que pensar em nada, pois penso demais. Exercito o otimismo e os bons pensamentos, mas há dias em que o melhor que faço é escrever citações.
 

O homem tem uma inclinação para entrar em sociedade, porque em semelhante estado se sente mais como homem, isto é, sente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Frequentemente tenho dias em que preferiria não ter que pensar em nada, pois penso demais. Exercito o otimismo e os bons pensamentos, mas há dias em que o melhor que faço é escrever citações.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-887"></span><em> </em></p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>O homem tem uma inclinação para entrar em sociedade, porque em semelhante estado se sente mais como homem, isto é, sente o desenvolvimento das suas disposições naturais. Mas tem também uma grande propensão a isolar-se, porque depara ao mesmo tempo em si com a propriedade insocial de querer dispor de tudo a seu gosto e, por conseguinte, espera resistência de todos os lados, tal como sabe por si mesmo que, da sua parte, sente inclinação para exercitar a resistência contra os outros. Ora, é esta resistência que desperta todas as forças do homem e o induz  a vencer a inclinação para a preguiça e, movido pela ânsia das honras, do poder ou da posse, para obter uma posição entre seus congêneres, que ele não pode suportar, mas de que também não pode prescindir.</em></p>
<p>KANT, I. <span style="text-decoration: underline;">A paz perpétua e outros opúsculos</span>. Lisboa: Edições 70 (textos filosóficos), 1992, p. 25-26</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Fazia tempo que não observava os clarões no céu, relâmpagos que iluminam todo o firmamento e  revelam nuvens de diferentes tons. Diante disso a existência torna-se pequena.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2010/03/relampago_catatumbo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-888" title="relampago_catatumbo" src="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2010/03/relampago_catatumbo.jpg" alt="" width="500" height="377" /></a></p>
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		<title>Verão chegando ao fim&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 01:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por meio de uma revolução poderá talvez levar-se a cabo a queda do despotismo pessoal e da opressão ganaciosa ou dominadora, mas nunca uma verdadeira reforma  do modo de pensar. Novos preconceitos, justamente como os antigos, servirão de rédeas à grande massa destituída de pensamento. 
Kant, I. A paz perpétua e outros opúsculos. Lisboa: Edições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Por meio de uma revolução poderá talvez levar-se a cabo a queda do despotismo pessoal e da opressão ganaciosa ou dominadora, mas nunca uma verdadeira reforma  do modo de pensar.<span id="more-621"></span> Novos preconceitos, justamente como os antigos, servirão de rédeas à grande massa destituída de pensamento. </em></p></blockquote>
<p>Kant, I. A paz perpétua e outros opúsculos. Lisboa: Edições 70. (Textos filosóficos) 1992, p. 13</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-622" title="gatinha" src="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2010/03/gatinha.jpg" alt="gatinha" width="500" height="451" /></p>
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		<title>Tempo</title>
		<link>http://jurasecreta.com/index.php/2009/06/25/tempo-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 00:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que não escrevo. A rotina de trabalho é meio exagerada. No entanto, as coisas estão de fato (e finalmente) mudando. Seria o efeito de Chronos?
Sinto uma maior segurança e confesso, tomei a decisão de ir sozinha ver o mar. Aquilo foi magnífico. O instante em que percebi como certas reações são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já faz algum tempo que não escrevo. A rotina de trabalho é meio exagerada. No entanto, as coisas estão de fato (e finalmente) mudando. Seria o efeito de <em>Chronos</em>?<span id="more-518"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sinto uma maior<strong> segurança </strong>e confesso, tomei a decisão de ir sozinha <strong>ver o mar</strong>. Aquilo foi magnífico. O instante em que percebi como certas reações são bobas, infantis, desnecessárias. Depois daquele dia, tudo mudou. Claro que não posso dizer que foi uma situação estanque, estou em um<strong> processo</strong>. Mas fato que <strong>após a minha entrega ao mar sinto-me mais leve</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2009/06/14-06-09_1718.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-670" title="14-06-09_1718" src="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2009/06/14-06-09_1718-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Minhas semanas têm sido<strong> intensas</strong>. Muitas coisas boas acontecendo e transformações, que normalmente encararia de forma pessimista, agora são vista como são: <strong>mudanças, </strong>ou seja, <strong>movimento.</strong> O mar tem disso, a onda se forma em uma perfeição singular e, ainda que cada uma seja única,<em> assim como o olhar</em>, todas tem seu princípio, o movimento, a quebra e por fim o completo fluir e envolver, para depois fluir e recomeçar. Acho que foi isso que quiseram que percebesse afinal, isso é fluir. É disso que preciso em minha vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, existe uma certa <strong>procrastinação</strong>, um cansaço dessa rotina. Não que desgoste, mas creio que realmente estou fazendo coisas em demasia. As pessoas têm me tocado, profundamente. De forma positiva, mesmo quando as situações me desagradam, tenho conseguido separar um pouco mais<em> &#8220;o outro&#8221;</em> de<em> &#8220;mim&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Certos <strong>paradigmas</strong> estão sendo quebrados, outros estão em construção. Sempre que afirmo algo, no instante seguinte vem a provação.</p>
<p style="text-align: justify;">Só posso agradecer, por conhecer pessoas com quem posso trocar experiências e aprender. Quebrar paradigmas, sentir, fluir, viver. E mesmo sem conhecer, quando posso observar e notar o olhar, já me deslumbro, pois os olhos são a janela da alma, de fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Luz, paz e harmonia.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Deja Vu</title>
		<link>http://jurasecreta.com/index.php/2009/06/11/deslumbres/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 15:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[deja vu]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pitty]]></category>

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		<description><![CDATA[Déjà Vu &#8211; Pitty
 Composição: Peu Sousa / Pitty
Nenhuma verdade me machuca
Nenhum motivo me corrói
Até se eu ficar só na vontade, já não dói
Nenhuma doutrina me convence
Nenhuma resposta me satisfaz
Nem mesmo o tédio me surpreende mais
Mas eu sinto que eu tô viva a cada banho de chuva que chega molhando meu corpo
Nenhum sofrimento me comove
Nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Déjà Vu &#8211; Pitty</strong><span id="more-516"></span></p>
<p><em> Composição: Peu Sousa / Pitty</em></p>
<p><em>Nenhuma verdade me machuca<br />
Nenhum motivo me corrói<br />
Até se eu ficar só na vontade, já não dói</em></p>
<p><em>Nenhuma doutrina me convence<br />
Nenhuma resposta me satisfaz<br />
Nem mesmo o tédio me surpreende mais</em></p>
<p><em>Mas eu sinto que eu tô viva a cada banho de chuva que chega molhando meu corpo</em></p>
<p><em>Nenhum sofrimento me comove<br />
Nenhum programa me distrai<br />
Eu ouvi promessas e isso não me atrai</em></p>
<p><em>E não há razão que me governe<br />
Nenhuma lei prá me guiar<br />
Eu tô exatamente aonde eu queria estar</em></p>
<p><em>Mas eu sinto que eu tô viva a cada banho de chuva que chega molhando meu corpo&#8230;</em></p>
<p><em>A minha alma nem me lembro mais em que esquina se perdeu ou em que mundo se enfiou</em></p>
<p><em>Mas já faz algum tempo<br />
Já faz algum tempo<br />
Já faz algum tempo<br />
Já faz algum tempo<br />
Faz algum tempo&#8230;</em></p>
<p><em>A minha alma nem me lembro mais<br />
Em que esquina se perdeu ou em que mundo se enfiou</em></p>
<p><em>Mas eu não tenho pressa<br />
Já não tenho pressa<br />
Eu não tenho pressa<br />
Não tenho pressa </em></p>
<p>Luz, Paz e Harmonia!</p>
<p><em>P.s. Esse post foi editado e só restou a música. <img src='http://jurasecreta.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Caos</title>
		<link>http://jurasecreta.com/index.php/2009/03/19/another-day/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[caos]]></category>
		<category><![CDATA[osho]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Caos
O caos é sempre bom. A ordem é sempre morte.
A partir do caos nasceram as estrelas; a partir da ordem saíram apenas pessoas como Adolf Hitler.
Portanto, não vejo nada errado no caos. No entanto, quando está tudo em ordem, as coisas tornam-se um campo de concentração.
O caos possui uma beleza. Liberdade é apenas outro nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Caos<span id="more-463"></span></strong></p>
<p>O caos é sempre bom. A ordem é sempre morte.</p>
<p>A partir do caos nasceram as estrelas; a partir da ordem saíram apenas pessoas como Adolf Hitler.</p>
<p>Portanto, não vejo nada errado no caos. No entanto, quando está tudo em ordem, as coisas tornam-se um campo de concentração.</p>
<p>O caos possui uma beleza.<strong><span style="color: #3d85c6;"> <span style="color: #000000;">Liberdade é apenas outro nome para o caos</span></span><span style="color: #000000;">.</span></strong></p></blockquote>
<p><em>Osho, em &#8220;Osho de A a Z &#8211; Um Dicionário Espiritual do Aqui e Agora&#8221;</em></p>
<p><em>(via <a title="Palavras de Osho" href="http://palavrasdeosho.blogspot.com/2009/03/caos.html" target="_blank">Palavras de Osho</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Neblina</title>
		<link>http://jurasecreta.com/index.php/2009/03/11/neblina/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 13:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[ar]]></category>
		<category><![CDATA[brumas]]></category>
		<category><![CDATA[neblina]]></category>
		<category><![CDATA[Santos]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis algo que aprecio muito: viajar. Desde viagens curtas (a outros municípios do Rio, por exemplo) à viagens mais elaboradas (como minhas últimas viagens para Santos), esses momentos sempre me conduzem a refletir sobre a vida.

Este ano tive o prazer de voltar a viajar por conta própria, sozinha, sem lenço e com documento. Fui para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eis algo que aprecio muito:<strong> viajar.</strong> Desde viagens curtas (a outros municípios do Rio, por exemplo) à viagens mais elaboradas (como minhas últimas viagens para Santos), esses momentos sempre me conduzem<strong> a refletir sobre a vida.<span id="more-432"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-434 alignleft" title="26-02-09_1809" src="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2009/03/26-02-09_1809-300x225.jpg" alt="26-02-09_1809" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Este ano tive o prazer de voltar a viajar por conta própria, sozinha, <em>sem lenço e com documento</em>. Fui para<strong> Santos</strong>, cidade litorânea paulista, <strong>completamente desconhecida.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sou uma <strong>virginiana típica nas horas que antecedem uma viagem</strong>: faço listas de itens a serem levados e preparo a mala separando as roupas de acordo com as projeções e demais itens de acordo com a (possível) necessidade, minunciosamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando era mais nova fazia questão de programar cada passo, hoje em dia não, <strong>só preciso saber o que esperar</strong>. Neste caso específico, não planejei, ou melhor, não fiz um planejamento elaborado e cheio de restrições ou obrigações. Estava sintonizada com a energia de Sagitário: <strong>a aventura, a possibilidade de conhecer algo novo e viver novas experiências.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-433" title="01-03-09_1243" src="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2009/03/01-03-09_1243-300x225.jpg" alt="01-03-09_1243" width="300" height="225" />O interessante de viagens longas é que me <strong>permitem analisar múltiplos det</strong><strong>alhes</strong>. Tenho que confessar que minha coluna vertebral não aprecia tal fenômeno por muitas horas, mas meus sentidos deleitam-se a cada nova paisagem e ficam entorpecidos, em um onírico universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirei fotos da <strong>neblina</strong>, acreditando que poderia captar aquele instante tocante. Havia poesia naquele momento onde estava envolvida em brumas. Pensei na<strong> metáfora perfeita para explicar como atua o elemento ar</strong>. Em uma fração de minuto tudo ficou branco, no instante seguinte flores romperam a monocromia.</p>
<p style="text-align: justify;">Luz, paz, amor e harmonia.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O Trem</title>
		<link>http://jurasecreta.com/index.php/2009/03/10/o-trem/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 13:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[belford roxo]]></category>
		<category><![CDATA[deus]]></category>
		<category><![CDATA[evangélicos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[história cultural]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

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		<description><![CDATA[Em fevereiro viajei de trem, fui para Belford Roxo. Nunca havia feito este trajeto, em específico, ainda que o trem tenha feito parte de toda a minha adolescência.
Quando cursava o Ensino Médio (antigo 2º grau) ia e voltava do colégio de trem. Gostava de viajar por esse meio de transporte, era rápido, seguro e direto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em <strong>fevereiro</strong> viajei de trem, fui para <strong>Belford Roxo</strong>. Nunca havia feito este trajeto, em específico, ainda que o trem tenha feito parte de toda a minha <strong>adolescência</strong>.<span id="more-424"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando cursava o Ensino Médio (antigo 2º grau) <strong>ia e voltava do colégio de trem</strong>. Gostava de viajar por esse meio de transporte, era rápido, seguro e direto. Não suporto baldeação, só as faço se realmente adiantar muito a minha vida, caso contrário, não.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>tempo</strong> passou e as viagens de trem diminuíram. As viagens de minha casa à Central do Brasil propiciavam análises e observações, sempre foi algo <strong>familiar</strong>. O cenário modificou-se quando viajei para <strong>outros locais</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Não me recordo o ano, creio que foi 2005, viajei para a casa de uma amiga em <strong>Miguel Pereira</strong> e peguei o trem. Nossa, que deleite para os olhos aqueles cenários. Sentia-me inspirada a escrever, era como se eu fosse um daqueles navegantes a descobrir <strong>novos horizontes</strong>, era a primeira vez que viajava por aquela linha e estava imbuída do espírito de aventura, iria para Miguel Pereira de baldeação! Cenários, pessoas, tudo novo. Na ocasião fiquei fascinada e prometi a mim mesma que um dia iria fazer a viagem de uma ponta a outra de cada um dos ramais do trem. Não fiz a viagem e <strong>o tempo passou</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 fui para <strong>Paracambi</strong>. Que <strong>cidade linda</strong>! Tão linda que até hoje penso que moraria lá. A estação de trem, tão atraente, tão vantajosa, muito mais interessante viajar para lá de trem do que as horas de carro que fazia. Acabou meu trabalho e  nunca fiz a viagem de trem, apesar da vontade.</p>
<p style="text-align: justify;">Após essa longa jornada por minhas <strong>memórias</strong>, retorno ao presente: <strong>a viagem à Belford Roxo</strong>. Confesso que estava tensa, as pessoas falam muito mal desse ramal, pois ele corta a favela do Jacaré. Para mim não faz a menor diferença, precisava pegar aquele trem. E lá fui para <strong>Pilares</strong> pegar o tal trem, 30 minutos de espera no Sol e pude ouvir o barulho dos ferros  e dormentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas simples, curiosamente as poucas mulheres que estavam no trem ocupavam o vagão que escolhi para sentar (escolhi por isso mesmo). Maioria predominante de homens, negros, fechados em seus pensamentos, muitos com uniformes de trabalho.  <strong>Olhares perdidos na imensidão</strong> que coloria os vidros do veículo em movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente existiam <strong>buracos</strong> nos muros entre uma estação e outra. Existiam <strong>cancelas</strong> e também buracos no muro, no sentido literal. As pessoas caminhavam pela linha, o que fazia com que antes de cada estação o trem parasse e sinalizasse que estava a caminho. Achei intrigante, no ramal Deodoro por exemplo, não existem tantos buracos em muros de estações, não que eu saiba. Pois bem,<strong> a viagem correu nostálgica</strong>. Conforme a paisagem modificava-se, sentia-me como uma historiadora, de fato. Pensava sobre a ocupação da cidade, forçava a memória para recordar como foi construída a malha ferroviária inicial. Confesso: <strong>havia poesia conforme o verde dominava a paisagem</strong>. As paradas até Belford Roxo tinham nomes estranhos, mas familiares, distantes e peculiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Cheguei ao <strong>destino final</strong> completamente encantada. Característica pessoal, me encanto com paisagens, pessoas, análises. Nem mesmo o <em>ser humano</em> distribuindo <strong>papéis de conteúdo religioso</strong> conseguiu mudar meu estado de espírito, ainda que tal indivíduo tenha <em>brotado</em> na estação terminal, pregando com aquele velho e batido discurso da salvação&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O<strong> município de Belford Roxo</strong> é diferente do Rio de Janeiro por motivos óbvios. A capital desde muito tempo recebe recursos e tende a ser cosmopolita, agregar idéias, pessoas&#8230; de chegadas e partidas. O local no qual estava tinha<strong> estradas de terra batida e paisagens rurais </strong>- ainda que modificadas pela urbanização.</p>
<p style="text-align: justify;">Peguei uma <em>van</em> para meu destino final e outras pessoas, com o mesmo interesse, entraram no coletivo. É incrível como moradores da capital do Rio de Janeiro (e já percebi esse comportamento em outros lugares) tendem a depreciar a simplicidade, a tradição e as pessoas com menos recursos. Que desgosto perceber como o ser humano consegue ser <strong>preconceituoso e burguês</strong> (ainda que não seja um burguês de fato), sem sentir o real por trás da ilusão. Cada vez que os moradores da capital abriam a boca era para comentar sobre a precariedade do município onde se encontravam. <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas acham que alguém é pobre ou ignora muitos fatos por querer, que papo mais burguês, neoliberal e arrogante! Claro que todos gostariam de viver como a mídia ensina, mas isso é impossível! Já foi comprovado, se todos consumissem como o <em>Time de Administradores do</em><em> Mundo</em>, seria necessário pelo menos mais 3 planetas! Muitos moradores de municípios mais pobres sonham em morar em municípios mais ricos, afinal, quem não quer saneamento, educação e saúde? Infelizmente os investimentos são moeda de troca e forma de manipular o povo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cheguei ao destino final e mais uma <strong>falha humana</strong>. Um <em>ser humano</em> vendia <strong>envelopes de papel pardo</strong> na porta do local de inscrição (fui me inscrever para uma seleção da prefeitura) por R$1,00. Notem bem o preço. Em um local como aquele, um município notavelmente mais pobre do que a capital, havia um <em>&#8220;malandro&#8221; </em>aproveitand0-se da situação e vendendo envelopes a esse preço absurdo.<strong> Detalhe:</strong> como abordava as pessoas antes delas entrarem, com aquele discurso que só a Rede Globo pode te ensinar, fatalmente muitas compravam sem ao menos entrar no local de inscrição e saber o que estava acontecendo. Quando questionado sobre o preço, ele retrucou, como bom amante da mídia aberta, e respondeu sem pestanejar <em>&#8220;é a crise&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, entrei no <em>Brizolão</em> com o fiscal falando de <strong>Deus</strong> e estranhei. Pasmei, o processo de seleção na realidade foi um <strong>esquema de chegada</strong>: quem chegou primeiro entrou, quem chegou depois&#8230; bem, voltou para casa. E assim foi comigo, 3 horas de viagem, menos de 1 minuto de conversa e retornar para casa. Isso não me chateou, o fato em si, foi apenas mais um dos acontecimentos do dia, mais análises. <strong>Estava feliz com a viagem de trem</strong>. As memórias do período permitiam a contemplação.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltei de ônibus, queria perceber as paisagens e percorrer os bairros &#8220;por dentro&#8221; e não mais como a observadora passageira de um vagão. Já havia notado isso quando viajei para <strong>Santos</strong> (SP), cada município tem suas características específicas e, a principal de Belford Roxo (pelo menos a que pude notar de ônibus) é a<img class="alignright size-medium wp-image-425" title="belford_ponto" src="http://jurasecreta.com/wp-content/uploads/2009/03/belford_ponto-300x244.jpg" alt="belford_ponto" width="300" height="244" /> existência de <strong>centenas de igrejas evangélicas</strong>. Isso me assusta.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que vou para algum município mais pobre percebo que está completamente <strong>dominado pelo crivo desta instituição</strong>. Quando atinei para o fato entendi as<strong> motivações</strong> do <em>ser humano</em> que distribuía panfletos religioso, do fiscal e do <em>ser humano</em> vendedor de envelopes ao falarem de Deus em meio a assuntos que não tinham nada a ver com o divino: aquilo era praticamente um <em><a title="Feudalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feudalismo" target="_blank">feudo</a></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segui meu caminho observando os <strong>pontos de ônibus com corações</strong>, tentei fotografar, mas a imagem não ficou muito boa&#8230; deixei os mesmos para trás e engoli a poeira seca da crua realidade. Comprei duas ratoeiras e fui para casa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #49a710;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Sites interessantes:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Os Trens Suburbanos do Rio de Janeiro nas Décadas de 50 e 60" href="http://www.anpf.com.br/histnostrilhos/historianostrilhos22_maio2004.htm" target="_blank">História nos Trilhos</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Bleford Roxo" href="http://www.estacoesferroviarias.com.br/efcb_rj_auxiliar/belford.htm" target="_blank">Estações Ferroviárias do Brasil</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Supervia - Linha Belford Roxo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SuperVia_-_Linha_Belford_Roxo" target="_blank">SuperVia &#8211; Linha Belford Roxo</a></p>
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		<title>2009 chegou&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 17:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[neruda]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
 
Pablo Neruda 



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Tu eras também uma pequena folha<br />
que tremia no meu peito.<br />
O vento da vida pôs-te ali.<br />
A princípio não te vi: não soube<br />
que ias comigo,<br />
até que as tuas raízes<br />
atravessaram o meu peito,<br />
se uniram aos fios do meu sangue,<br />
falaram pela minha boca,<br />
floresceram comigo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #cccccc;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pablo Neruda </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
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		<title>Beleza&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 15:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#8221; O ser humano é uma parte de um todo a que chamamos universo , limitada no tempo e no espaço. Vê-se a si mesmo,  aos seus pensamentos e emoções, como estando separado do resto, numa espécie de ilusão óptica da consciência. Esta ilusão é um tipo de prisão que nos restringe aos nossos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,sans-serif;"> </span><em><span style="font-family: tahoma,sans-serif;">&#8221; O ser humano é uma parte de um todo a que chamamos universo , limitada no tempo e no espaço. <span id="more-302"></span>Vê-se a si mesmo,  aos seus pensamentos e emoções, como estando separado do resto, numa espécie de ilusão óptica da consciência. Esta ilusão é um tipo de prisão que nos restringe aos nossos desejos pessoais e que limita o afecto </span></em><span style="font-family: tahoma,sans-serif;"><em>apenas a algumas quantas pessoas que nos rodeiam . A nossa tarefa deve ser a de nos libertarmos dessa prisão , alargando os nossos círculos de compaixão de modo a abraçarmos todas as criaturas vivas e o conjunto da natureza , com toda a sua beleza&#8221;</em> (Albert Einstein)</span></p>
<div><span style="font-family: tahoma,sans-serif;"><br />
</span></div>
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		<title>Controle e cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 19:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[história cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 31 foi o BlogDay e recebi um selo da fofa da Amanda, por meio do blog Baseado em Fatos Reais.







Mas em meio a essas reflexões, estava lendo o capítulo &#8220;A linguagem do gesto no início da Itália moderna&#8221;, do o livro Variedades de História Cultural, do Peter Burke, indo para o trabalho:
Os italianos eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia 31 foi o <a title="Blogday" href="http://www.blogday.org/pt.htm" target="_blank">BlogDay</a> e recebi um selo da fofa da Amanda, por meio do blog <a title="Baseado em Fatos Reais" href="http://baseadoemfatosreais.com" target="_blank">Baseado em Fatos Reais</a>.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://baseadoemfatosreais"><img src="http://i228.photobucket.com/albums/ee87/incancellabile/umpm9.jpg" alt="Indicado por baseado em fatos reais" width="144" height="108" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-240"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas em meio a essas reflexões, estava lendo o capítulo <em>&#8220;A linguagem do gesto no início da Itália moderna&#8221;, </em>do<em> </em>o livro Variedades de História Cultural, do Peter Burke, indo para o trabalho:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Os italianos eram ou haviam sido mais próximos do estilo francês de vivacidade, tanto que às vezes entendiam o gesticular espanhol como uma ausência. Assim Pedro de Toledo, vice-rei de Nápoles em meados do século XVI, surpreendeu a nobreza local pelo fato de , quando em audiência, permanecer imóvel, como uma &#8220;estátua de mármore&#8221;. A expressão era, ou se tornou, um tema recorrente. </em>[p.107]<em><br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Não é de hoje que a forma como você gesticula, veste ou se porta diante do público revela a qual classe social você pertence ou os modos que tem. Existem muitos relatos dos inquisidores (pessoas tão delicadas e agradáveis <em>[isso é uma inonia]</em>) explicando os gestos e reações dos pobres coitados que eram chamados de demônios, possuídos, bruxas e demais nomeações que não vale a pena ficar relembrando. Aliás os critérios eram os mais loucos!</p>
<p style="text-align: justify;">Quem nunca ouviu o aquela conversa de que mulher não deve sorrir e mostrar os dentes? Acreditem, isso é de um tratado do século XIV, que também informava que as mesmas  deveriam mostrar timidez e modéstia nos gestos, andar com pequenos passos, não apoiar a cabeça com as mãos e não chorar alto!</p>
<p style="text-align: justify;">O mais chocante é perceber que, o que um dia era ruim &#8211; como cruzar as pernas &#8211; em outro é visto como de bom tom. De qualquer forma a curiosidade existente é que essa expressão <em>&#8220;estátua de mármore&#8221;</em> é algo que já ouvi no decorrer da vida e de fato, com um tom crítico, o mesmo tom que ouvia a frase <em>&#8220;vai ficar ai parada como um dois de paus?&#8221;. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Refleti sobre isso, não é novidade esse controle (Foucault e Norbet Elias que o digam) e julgamento dos gestos e da forma. Massa de manobra boa é<em> </em>massa de menobra que não pensa, não reflete e não faz nada por conta própria. Fechei meu livro e pouco depois entrou um rapaz no ônibus, mas surpreendentemente ele não estava vendendo nada, estava sim ofertando sua música! Situação inusitada, uma total falha na Matrix. O rapaz, de nome Wellington, cantou <a href="http://letras.terra.com.br/geraldo-vandre/46168/" target="_blank">Pra não dizer que não falei das flores</a> e uma outra música que acredito que o nome seja Casinha branca, mas não tenho certeza.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira música me deixou arrepiada&#8230; sempre fico afetada quando o tema é ditadura, inquisição e essas aberrações de nossa sociedade. Aberrações essas que se sentem no direito de julgar os outros a partir de seus parâmetros e assim enquadrar as pessoas como certas e erradas, sofrendo as últimas as conseqüências de não fazerem parte da massa, de não serem mais um na multidão, de não obedecerem o seu deus, etc..</p>
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